OGDIOpen GroupDesenvolvimento Imobiliário
01

Leitura da Oportunidade

Entendimento do ativo, do estágio e do potencial real de desenvolvimento.

02

Inteligência de Mercado

Contexto de praça, demanda e leitura concorrencial que fundamenta a tese.

03

EVTL

Estudo de viabilidade técnica e legal que destrava o caminho da operação.

04

Estruturação Financeira

Modelagem de capital, fontes de recurso e retorno alinhados ao potencial da operação.

05

Desenvolvimento Imobiliário

Definição da lógica do produto imobiliário: tipologia, mix e posicionamento.

06

Pré-Lançamento

Articulação de parceiros e relacionamento com banco, incluindo a CEF quando aplicável.

07

Lançamento

Entrada no mercado, com produto, narrativa e estratégia comercial prontos.

08

Início de obras

Largada da execução, com a operação estruturada e os parceiros em campo.

09

Entrega de Chaves

Conclusão da obra e entrega do empreendimento concluído.

10

Retorno do Capital Remunerado

Devolução do capital investido com a remuneração acordada, encerrando o ciclo da operação.

Investidores

O valor nasce antes da obra.
A oportunidade de investir, também.

A Open Group estrutura operações imobiliárias e abre espaço para capital qualificado entrar antes do lançamento — na fase em que o valor é criado.

Entramos antes.

O valor de um empreendimento é criado na estruturação — leitura da oportunidade, produto e operação — antes de a obra começar.

Entendemos o mercado.

Cada operação nasce de inteligência de mercado e estudo de viabilidade, não de aposta.

Conduzimos até o fim.

Da originação ao lançamento, a mesma condução — e o investidor acompanha cada marco da operação.

O ciclo da operação

O capital entra na estruturação — e participa da criação de valor, não apenas do resultado.

  1. 01Leitura da Oportunidade

    Entendimento do ativo, do estágio e do potencial real de desenvolvimento.

  2. 02Inteligência de Mercado

    Contexto de praça, demanda e leitura concorrencial que fundamenta a tese.

  3. 03EVTL

    Estudo de viabilidade técnica e legal que destrava o caminho da operação.

  4. 04Estruturação FinanceiraO capital entra aqui

    Modelagem de capital, fontes de recurso e retorno alinhados ao potencial da operação.

  5. 05Desenvolvimento Imobiliário

    Definição da lógica do produto imobiliário: tipologia, mix e posicionamento.

  6. 06Pré-Lançamento

    Articulação de parceiros e relacionamento com banco, incluindo a CEF quando aplicável.

  7. 07Lançamento

    Entrada no mercado, com produto, narrativa e estratégia comercial prontos.

  8. 08Início de obras

    Largada da execução, com a operação estruturada e os parceiros em campo.

  9. 09Entrega de Chaves

    Conclusão da obra e entrega do empreendimento concluído.

  10. 10Retorno do Capital Remunerado

    Devolução do capital investido com a remuneração acordada, encerrando o ciclo da operação.

Modelos de participação para cada perfil de oportunidade

Estruturas definidas
pela operação — não o contrário.

SCP

Sociedade em Conta de Participação

O capital participa de uma operação específica, com escopo, papéis e marcos definidos em contrato.

Permuta

Terreno como capital

A área entra como capital na operação — o proprietário participa do resultado do empreendimento.

Coinvest.

Capital ao lado da operação

Investimento junto à Open Group e a parceiros estratégicos na estruturação da operação.

Cada estrutura é definida caso a caso, conforme a operação.

Governança e acompanhamento

A operação inteira,
sob condução única.

Investir antes da obra exige enxergar a operação. Por isso a Open Group conduz com ordem: marcos definidos, reporte por etapa e uma única responsável do início ao lançamento.

01

Inteligência própria

Mercado, praça e leitura concorrencial feitos pela equipe — cada recomendação nasce de dado, não de tese genérica.

02

Papéis e marcos definidos

Escopo, responsabilidades e marcos estabelecidos em contrato, definidos na estruturação da operação.

03

Reporte por etapa

O investidor recebe o estado da operação a cada etapa vencida: o que avançou, o que vem a seguir e o que mudou no caminho.

04

Condução única

A condução é da Open Group — da articulação com parceiros e banco à estratégia comercial. Uma só responsável pela operação inteira.

05

Transparência por etapa

O cliente acompanha o estado da operação a cada etapa vencida: o que avançou, o que vem a seguir e o que mudou no caminho.

A confiança, na prática

Operações em condução.

Nosso potencial, capital e execução são guiadas na mesma direção.

Perguntas frequentes

Investir antes da obra,
sem letra miúda.

Não achou a sua pergunta? Fale com a equipe.

01 / 05

Na Sociedade em Conta de Participação, o sócio ostensivo — em regra a incorporadora — conduz a operação e aparece sozinho perante fornecedores, banco e clientes. O sócio participante (o investidor) aporta capital e divide o resultado conforme sua cota, sem gerir nem aparecer nos contratos. A SCP não tem personalidade jurídica: existe internamente, entre os sócios, regida por contrato.

Em regra, sua responsabilidade se limita ao valor aportado — você não responde perante fornecedores, banco ou clientes. Mas o art. 993 do Código Civil é claro: se o participante interfere na gestão externa (assina contratos, negocia com terceiros), passa a responder solidariamente. A proteção é real, desde que o investidor não atue na administração da operação.

A SCP é equiparada a pessoa jurídica pela Receita: IRPJ, CSLL, PIS e COFINS são apurados e recolhidos pelo sócio ostensivo. Os lucros distribuídos ao participante costumam ser isentos de IR na sua ponta — mas só quando há lucro contábil formalmente apurado; distribuição sem base pode ser reclassificada como remuneração tributável. SCPs em incorporação ainda podem usar o RET (alíquota unificada de 4%). Confirme sempre com assessoria contábil.

Sim — mesmo sem personalidade jurídica, a SCP é obrigada a se inscrever no CNPJ, vinculada ao sócio ostensivo, que responde pelas obrigações acessórias. O retorno segue o contrato: pode ser distribuído ao longo das vendas ou no encerramento, em dinheiro ou em unidades. Os marcos e a forma de distribuição são definidos antes de o capital entrar.