O valor nasce antes da obra.
A oportunidade de investir, também.
A Open Group estrutura operações imobiliárias e abre espaço para capital qualificado entrar antes do lançamento — na fase em que o valor é criado.
Entramos antes.
O valor de um empreendimento é criado na estruturação — leitura da oportunidade, produto e operação — antes de a obra começar.
Entendemos o mercado.
Cada operação nasce de inteligência de mercado e estudo de viabilidade, não de aposta.
Conduzimos até o fim.
Da originação ao lançamento, a mesma condução — e o investidor acompanha cada marco da operação.
O capital entra na estruturação — e participa da criação de valor, não apenas do resultado.
- 01Leitura da Oportunidade
Entendimento do ativo, do estágio e do potencial real de desenvolvimento.
- 02Inteligência de Mercado
Contexto de praça, demanda e leitura concorrencial que fundamenta a tese.
- 03EVTL
Estudo de viabilidade técnica e legal que destrava o caminho da operação.
- 04Estruturação FinanceiraO capital entra aqui
Modelagem de capital, fontes de recurso e retorno alinhados ao potencial da operação.
- 05Desenvolvimento Imobiliário
Definição da lógica do produto imobiliário: tipologia, mix e posicionamento.
- 06Pré-Lançamento
Articulação de parceiros e relacionamento com banco, incluindo a CEF quando aplicável.
- 07Lançamento
Entrada no mercado, com produto, narrativa e estratégia comercial prontos.
- 08Início de obras
Largada da execução, com a operação estruturada e os parceiros em campo.
- 09Entrega de Chaves
Conclusão da obra e entrega do empreendimento concluído.
- 10Retorno do Capital Remunerado
Devolução do capital investido com a remuneração acordada, encerrando o ciclo da operação.
Estruturas definidas
pela operação — não o contrário.
Sociedade em Conta de Participação
O capital participa de uma operação específica, com escopo, papéis e marcos definidos em contrato.
Terreno como capital
A área entra como capital na operação — o proprietário participa do resultado do empreendimento.
Capital ao lado da operação
Investimento junto à Open Group e a parceiros estratégicos na estruturação da operação.
Cada estrutura é definida caso a caso, conforme a operação.
A operação inteira,
sob condução única.
Investir antes da obra exige enxergar a operação. Por isso a Open Group conduz com ordem: marcos definidos, reporte por etapa e uma única responsável do início ao lançamento.
Inteligência própria
Mercado, praça e leitura concorrencial feitos pela equipe — cada recomendação nasce de dado, não de tese genérica.
Papéis e marcos definidos
Escopo, responsabilidades e marcos estabelecidos em contrato, definidos na estruturação da operação.
Reporte por etapa
O investidor recebe o estado da operação a cada etapa vencida: o que avançou, o que vem a seguir e o que mudou no caminho.
Condução única
A condução é da Open Group — da articulação com parceiros e banco à estratégia comercial. Uma só responsável pela operação inteira.
Transparência por etapa
O cliente acompanha o estado da operação a cada etapa vencida: o que avançou, o que vem a seguir e o que mudou no caminho.
Operações em condução.
Nosso potencial, capital e execução são guiadas na mesma direção.
Investir antes da obra,
sem letra miúda.
Não achou a sua pergunta? Fale com a equipe.
Na Sociedade em Conta de Participação, o sócio ostensivo — em regra a incorporadora — conduz a operação e aparece sozinho perante fornecedores, banco e clientes. O sócio participante (o investidor) aporta capital e divide o resultado conforme sua cota, sem gerir nem aparecer nos contratos. A SCP não tem personalidade jurídica: existe internamente, entre os sócios, regida por contrato.
Em regra, sua responsabilidade se limita ao valor aportado — você não responde perante fornecedores, banco ou clientes. Mas o art. 993 do Código Civil é claro: se o participante interfere na gestão externa (assina contratos, negocia com terceiros), passa a responder solidariamente. A proteção é real, desde que o investidor não atue na administração da operação.
A SCP é equiparada a pessoa jurídica pela Receita: IRPJ, CSLL, PIS e COFINS são apurados e recolhidos pelo sócio ostensivo. Os lucros distribuídos ao participante costumam ser isentos de IR na sua ponta — mas só quando há lucro contábil formalmente apurado; distribuição sem base pode ser reclassificada como remuneração tributável. SCPs em incorporação ainda podem usar o RET (alíquota unificada de 4%). Confirme sempre com assessoria contábil.
Sim — mesmo sem personalidade jurídica, a SCP é obrigada a se inscrever no CNPJ, vinculada ao sócio ostensivo, que responde pelas obrigações acessórias. O retorno segue o contrato: pode ser distribuído ao longo das vendas ou no encerramento, em dinheiro ou em unidades. Os marcos e a forma de distribuição são definidos antes de o capital entrar.












